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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Morango - cresce implantação do sistema protegido na região

A produção de morangos na região do Alto Uruguai tem migrado direto do solo para o sistema protegido. Vários municípios estão cultivando em bancada, como Erval Grande, Áurea, Estação, Getúlio Vargas, Erechim.

Entre as vantagens está a diminuição da penosidade do produtor que pode trabalhar em pé e não mais agachado, facilitando o manejo. Além disso, como o plantio é feito no substrato, praticamente as doenças são eliminadas.

De acordo com o agrônomo da Emater Regional, Nilton Cipriano de Souza, a estrutura é semelhante a estufa, porém esta é fechada nos quatro cantos e a bancada é fechada somente na parte superior. “O morango é todo plantado num substrato, saslab, colocado em cima da estrutura de até 40 metros de fila”.

Com relação ao custo, o que encarece é a irrigação. Souza diz que o sistema precisa da caixa com água de 5 ou 10 mil litros, motobomba e a canalização. “Hoje para produzir uma estufa de 5 metros de largura por 40 m de comprimento o custo aproximado é de R$ 12 mil”.

Com relação a área cultivada em bancada são cerca de 2,5 hectares produzindo em torno de 18 toneladas de morango – a produção varia conforme a estrutura e o tamanho.

Diretamente no solo os produtores estão abandonando, mas ainda há cerca de 2 hectares em produção, com uma produção cerca de 30% inferior.

Souza salienta que uma vez instalado o sistema protegido, a produção ocorre o ano todo. “Esse sistema permite controlar melhor a produção”, diz.

Toda produção regional é comercializada na região.

Saiba mais sobre Ecologia, Meio Ambiente e Tecnologias Ecologicamente corretas visitando o Blog O AMBIENTALISTA

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Esclarecimento - Publicado a pedido


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INFORMATIVO PARA A IMPRENSA
ML&A Comunicações
Mariana Faria/ Fernanda Elen
Tel: (11) 99508-5467/ 3811-2820 – r. 833


São Paulo, 24 de agosto de 2016 – A Iniciativa 2,4-D, grupo formado pelas empresas Atanor, Dow AgroSciences e Nufarm para gerar informação técnica sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas, teve acesso ao texto “'Epidemia de câncer'? Alto índice de agricultores gaúchos doentes põe agrotóxicos em xeque”, publicado no site da BBC Brasil e reproduzido pelo portal da rádio, e gostaria de esclarecer algumas informações.


Erroneamente, o herbicida 2,4-D tem sido associado aos efeitos negativos do Agente Laranja, utilizado como desfolhante na Guerra do Vietnã. O 2,4-D foi um dos componentes do Agente Laranja, juntamente com outra molécula do grupo fenoxi, o 2,4,5-T. Pesquisadores concluíram que o 2,4,5-T foi o elemento de preocupação no Agente Laranja, em função de possível contaminação por dioxina. Como resultado, sua comercialização foi descontinuada há mais de 25 anos (produção e registro), enquanto o 2,4-D continua a ser um dos herbicidas mais confiáveis e utilizados em todo o mundo.

Com mais de 40 mil estudos conduzidos por diversas instituições de pesquisas acadêmicas e governamentais de diferentes nações, o 2,4-D possui registro em cerca de 100 países, incluindo o Brasil, e não é proibido em nenhum lugar do mundo.

Sobre a Iniciativa 2,4-D

A Iniciativa 2,4-D tem como propósito gerar informação técnica sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas, além de apoiar projetos que abordem esta questão, como o Projeto “Acerte o Alvo – evite a deriva na aplicação de agrotóxicos”, realizado no Paraná. O foco é educar o produtor sobre a importância da utilização correta de tecnologias que garantam a qualidade da aplicação dos defensivos agrícolas. O grupo defende que o uso adequado das tecnologias de aplicação e a precaução para evitar a deriva são essenciais para garantir a eficácia e a segurança ambiental na utilização de defensivos agrícolas. A Iniciativa 2,4-D se apresenta como fonte de informação e esclarecimento, que, apoiada por estudos acadêmicos, visa desmistificar o emprego do 2,4-D.

Visite: www.iniciativa24d.com.br



http://mla.com.br/clientes/mla/assinaturas/2013/nomes/fernanda.jpg

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Polícia Civil investiga a morte de abelhas no interior de São Martinho

A morte de 60 colmeias de um apiário está sendo investigada pela Polícia Civil de São Martinho. A ocorrência foi registrada na última quarta-feira.m Os policiais investigam se algum inseticida provocou a morte das abelhas. A Patrulha Ambiental de Três Passos realizou uma perícia e na próxima semana deve emitir um laudo para apontar as causas do ocorrido. A suspeita de crime ambiental foi levantada em uma propriedade da localidade de São Luiz, no interior do município. Conforme a Polícia Civil, as colmeias estavam instaladas em um mato. A constatação da morte das abelhas ocorreu no dia 12. A penúltima visita ao local tinha sido no dia 28 de julho.
Fonte: RSNORTE

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Vem aí mais veneno na sua mesa

Frutas e hortaliças podem ter defensivos liberados.

Está em tramite na Câmara federal um projeto de lei, de autoria do deputado licenciado Antonio Balhmann (Pros-CE), para autorizar os engenheiros agrônomos a receitar defensivos químicos para produtores de frutas e hortaliças. Atualmente, uma legislação de 1989 exige autorização específica para pequenas culturas. A justificativa é que a burocracia faz com que alguns produtores operem na clandestinidade.

A proposta determina que, na falta de um produto específico para uma praga ou doença, o próprio engenheiro agrônomo possa prescrever um defensivo utilizado em outra cultura com características semelhantes, a chamada “espécie representativa”. A alteração seria fundamental, em vista da demora dos órgãos oficiais brasileiros em analisar e registrar novas soluções fitossanitárias.. Definida como “extensão de uso”. Isto na prática, significa que um agrotóxico desenvolvido para a cultura da soja, por exemplo, possa ser também usado em frutas ou hortaliças.

Conforme os autores da proposta o objetivo é incentivar novos mercados. Pois,conforme o IBGE, o Brasil produz cerca 45 milhões de toneladas de frutas por ano, mas apenas 3% são exportados.

domingo, 17 de julho de 2016

Pronaf vai financiar instalação de energia solar no campo

Agricultores já podem obter financiamento para aquisição do sistema fotovoltaico
Por: Eder Calegari - rural@folhadonoroeste.com.br

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) já é conhecido dos agricultores. Ele destina-se a estimular a geração de renda e melhorar o uso da mão de obra familiar, por meio do financiamento de atividades e serviços rurais agropecuários desenvolvidos em estabelecimento rural.

A novidade é que o financiamento, que tem juros baixos e prazo esticado, pode agora ser usado para aquisição do sistema de energia solar fotovoltaico. O responsável técnico da empresa JS Soluções Elétricas, Jair da Silva, explica que em Frederico Westphalen, várias famílias já contam com esse serviço e que o financiamento pelo Pronaf trará incentivo para que moradores do campo façam a aquisição.

“Com a tecnologia, o produtor assume o controle da conta de luz. O sistema é simples e requer um investimento de aproximadamente R$ 20 mil. As placas que captam a luz solar são resistentes a granizo e duram pelo menos 25 anos. Esses painéis são instalados em cima do telhado ou em estruturas no solo. O conjunto fica ligado à rede da concessionária de luz. Em poucos anos é possível recuperar o valor investido. Agricultores que desejam elaborar o projeto conosco já podem procurar a agência bancária para obter o Pronaf para esse fim. Esse benefício deve ser contratado junto ao banco onde o agricultor possui conta”, destacou Silva.

Segundo a Secretária de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário, o agricultor pagará uma parcela de financiamento fixa com até três anos de carência e com juros subsidiados.

Sistema solar fotovoltaico

Para funcionar, o raio solar é transformado em eletricidade quando entra em contato com os painéis fotovoltaicos. A energia produzida é diferente da usada na tomada de casa. É necessário um equipamento chamado inversor. A energia não utilizada é convertida em créditos junto à concessionária, que são abatidos da conta de luz. O uso de créditos de energia foi possível a partir da resolução 482 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), e a revisão 687, em vigor desde março deste ano. Essa regulamentação permite que cada consumidor vire produtor de energia elétrica e use seus créditos junto à concessionária para abater na sua conta de luz.
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