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terça-feira, 5 de julho de 2016

Semana será de queda na temperatura e chuva forte em todo o Estado

O Instituto Riograndense do Arroz (Irga) alerta os produtores para a previsão do Instituto Climatempo, que prevê o predomínio de dois sistemas de baixa pressão e uma massa de ar seco e polar sobre o Rio Grande do Sul ao longo da semana. O primeiro sistema provoca chuva até quarta-feira (6) em todas as áreas, com risco de temporal principalmente na Fronteira Oeste, na Campanha, na Depressão Central e na zona Sul.

Em seguida, uma massa de ar polar provoca queda de temperatura e deixa o tempo mais firme até o sábado (9), inclusive, com risco de geada na Campanha nesta quinta-feira (7) pela manhã. No domingo (10), novo sistema se forma sobre a região Sul e avança rapidamente sobre as demais regiões.

Há risco de chuva forte e de temporais em todas as áreas. O maior acumulado de chuva fica na zona Sul, onde pode chegar aos 100 milímetros ao longo da semana. Na Fronteira Oeste e na Campanha, os acumulados de chuva podem chegar a 70mm.

A temperatura mínima fica entre 6 e 9° C na Campanha e nas demais áreas varia entre 9° e 12° C ao longo da semana. A temperatura máxima fica entre 18° e 22° para todas as regiões ao longo da semana.

Confira diariamente a previsão do tempo no site do Irga clicando aqui.

Fonte: Instituto Climatempo
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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Produtores arrancarem pés de erva-mate

No Rio Grande do Sul alguns produtores de erva-mate estão arrancando as plantas e deixando de produzir diante da queda no valor do produto. O preço pago ao produtor chegou a diminuir 15%. Nas prateleiras, o preço varia de R$7 a R$12 o quilo.
Conforme o engenheiro agrônomo da Emater em Passo Fundo, Ilvandro Barreto, um aumento na oferta do produto é a causa da queda no preço. Após a escassez de 2014, o clima favoreceu e as plantações aumentaram a produtividade.
Barreto explicou que o produtor não aumentou a área de cultivo. A ação de arrancar pés pouco produtivos deve nivelar os preços e o mercado em breve.

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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Sem lâmpadas incandescentes nas prateleiras

A partir desta quinta-feira, 30, elas não poderão ser mais vendidas no comércio

A partir de quinta-feira, 30, as lâmpadas incandescentes não poderão mais ver vendidas no Brasil. Uma lâmpada fluorescente economiza 75%, se comparada a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. E se a opção for pelas de LED, a economia vai a 85%.

A lâmpada incandescente de 60 watts custava, em média, R$ 2,90, e uma de LED custa em torno de R$ 8,90. Além do mais, elas emitem 95% de calor e apenas 5% de luz, o que prejudica o ambiente. A indicação é usar a lâmpada LED, que são mais eficientes e não contêm metais pesados. O uso desta lâmpada já é adotado nos países como China, Índia, EUA, Canadá, Argentina, entre outros.
Fonte: Michélli Bokorni da Rosa/AU

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Erva-mate é tema e pesquisa de mestrando da URI

Foto Divulgação
Por Assessoria de Imprensa
A erva-mate é tema pesquisa do mestrando em ecologia da URI Ederlan Magri. Com a orientação da professora Alice Teresa Valduga e colaboração do professor Vanderlei Decian, ambos vinculados ao Programa de Pós-Graduação (PPG) em Ecologia, estão trabalhando em um projeto que visa rastrear a cadeia produtiva da erva-mate do Brasil.

O objetivo é apresentar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) os indicadores que possam encontrar índices mais elevados de metais pesados. Este fato gerou polêmica no segundo semestre de 2014, quando foram determinadas, em poucos lotes, concentrações de Cádmio e Chumbo em erva-mate destinada à exportação, acima do permitido por este órgão.

Entre os meses de dezembro de 2015 e fevereiro de 2016 os pesquisadores viajaram pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná realizando coletas de folhas de erva-mate in natura, solo e erva-mate processada, para analisá-las e dar sequência à pesquisa.

Os resultados preliminares demonstram que as concentrações destes metais pesados estão relacionadas com suas respectivas biodisponibilidades no solo, ou seja, está associada com as características específicas de cada solo. Assim, a ideia de que o problema estaria na fase industrial estaria praticamente descartada.

Este estudo é financiado pelos SINDIMATES do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, consistindo em um dos exemplos de interação da pesquisa científica, promovido pelo PPG Ecologia da URI, fornecendo respostas rápidas à sociedade.