Assessoria de Comunicação CESURG
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Este Blog tem como um de seus objetivos divulgar videos e ações relativas ao meio ambiente.
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domingo, 14 de agosto de 2016
Acadêmicos de pedagogia do CESURG - SARANDI participam do projeto Plantando o Futuro
Idealizado por Rafael Rossetto, diretor e presidente do CESURG, como um símbolo da evolução e do crescimento conjunto da instituição e dos seus estudantes, o projeto Plantando o Futuro teve mais uma edição realizada nesta última terça-feira, 9 de agosto. O projeto consiste no plantio de mudas de árvores nativas frutíferas da região pelas turmas que iniciam os seus estudos no CESURG|SARANDI, de modo a formar um pomar localizado em frente ao bloco D. Os acadêmicos de Pedagogia foram os primeiros a participar do projeto neste semestre, liderados pela professora Sonia Terezinha Nicolodi, coordenadora do curso. Sonia, na ocasião, ressaltou que a preservação das árvores é um ato realizado em prol das próximas gerações e reafirmou o compromisso do CESURG em promover o crescimento pessoal de cada um que tiver a oportunidade de passar pela unidade. “Nós queremos que os filhos e netos de vocês possam passar e ver a realização dos primeiros que estudaram aqui”, afirmou ela durante o ato do plantio da muda de guaviju. Já para Marcos Lazzaretti, engenheiro florestal e coordenador de extensão do CESURG|SARANDI, a escolha das mudas plantadas por cada turma tem, além do significado simbólico, uma grande importância para o meio ambiente. “Nós decidimos utilizar árvores frutíferas nativas da região para contribuir com a preservação das espécies ao mesmo tempo em que promovemos a arborização do campus”, disse ele, concluindo em seguida: “esse é o real significado de ‘plantar o futuro’, preservar para as próximas gerações”. Ao longo dos próximos dias, as demais turmas que iniciaram as aulas neste semestre também participarão do projeto.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Vem aí mais veneno na sua mesa
Frutas e hortaliças podem ter defensivos liberados.
Está em tramite na Câmara federal um projeto de lei, de autoria do deputado licenciado Antonio Balhmann (Pros-CE), para autorizar os engenheiros agrônomos a receitar defensivos químicos para produtores de frutas e hortaliças. Atualmente, uma legislação de 1989 exige autorização específica para pequenas culturas. A justificativa é que a burocracia faz com que alguns produtores operem na clandestinidade.
A proposta determina que, na falta de um produto específico para uma praga ou doença, o próprio engenheiro agrônomo possa prescrever um defensivo utilizado em outra cultura com características semelhantes, a chamada “espécie representativa”. A alteração seria fundamental, em vista da demora dos órgãos oficiais brasileiros em analisar e registrar novas soluções fitossanitárias.. Definida como “extensão de uso”. Isto na prática, significa que um agrotóxico desenvolvido para a cultura da soja, por exemplo, possa ser também usado em frutas ou hortaliças.
Conforme os autores da proposta o objetivo é incentivar novos mercados. Pois,conforme o IBGE, o Brasil produz cerca 45 milhões de toneladas de frutas por ano, mas apenas 3% são exportados.
Está em tramite na Câmara federal um projeto de lei, de autoria do deputado licenciado Antonio Balhmann (Pros-CE), para autorizar os engenheiros agrônomos a receitar defensivos químicos para produtores de frutas e hortaliças. Atualmente, uma legislação de 1989 exige autorização específica para pequenas culturas. A justificativa é que a burocracia faz com que alguns produtores operem na clandestinidade.
A proposta determina que, na falta de um produto específico para uma praga ou doença, o próprio engenheiro agrônomo possa prescrever um defensivo utilizado em outra cultura com características semelhantes, a chamada “espécie representativa”. A alteração seria fundamental, em vista da demora dos órgãos oficiais brasileiros em analisar e registrar novas soluções fitossanitárias.. Definida como “extensão de uso”. Isto na prática, significa que um agrotóxico desenvolvido para a cultura da soja, por exemplo, possa ser também usado em frutas ou hortaliças.
Conforme os autores da proposta o objetivo é incentivar novos mercados. Pois,conforme o IBGE, o Brasil produz cerca 45 milhões de toneladas de frutas por ano, mas apenas 3% são exportados.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Massa de ar polar chega com força e traz neve para o Sul
A MetSul confirmou o fenômeno em Canela, Gramado, São Francisco de Paula, Bom Jesus, Cambará do Sul e São José dos Ausentes.
Nevou no Rio Grande do Sul e Santa Catarina nas últimas horas com o ingresso de uma potente massa de ar polar. A primeira ocorrência de neve ocorreu ainda no fim da tarde de sábado em São José dos Ausentes, mas foi na madrugada deste domingo que a neve caiu em um maior número de localidades. A MetSul confirmou o fenômeno em Canela, Gramado, São Francisco de Paula, Bom Jesus, Cambará do Sul e São José dos Ausentes. Onde mais nevou foi em São Francisco de Paula, cidade que habitualmente registra mais neve sob influência da circulação de uma área de baixa pressão, por estar a mil metros de altitude, mais ao Sul nos Aparados e estar próxima da costa, de onde recebe uma maior injeção de umidade.
A neve, em geral, foi fraca e com mínima acumulação. Foi uma neve dita “rala” com baixo diâmetro. Como o perfil da atmosfera estava mais seco e as nuvens que cobriam o Nordeste gaúcho eram principalmente baixas e sem maior desenvolvimento vertical, não havia condições na maioria dos locais para a formação de neve na forma de flocos com maior diâmetro, o que ocorreu, por exemplo, sob abundante umidade, com uma frente em agosto de 2013. O vento forte foi outro fator importante para ter nevado, uma vez que se produz o chamado levantamento vertical. O vento forte na área de relevo determina que se formem nuvens, o que explica porque muitas áreas do Estado tinham céu claro e sobre o Nordeste gaúcho existia abundante nebulosidade na madrugada, o que propiciou que nevasse.

Nevou no Rio Grande do Sul e Santa Catarina nas últimas horas com o ingresso de uma potente massa de ar polar. A primeira ocorrência de neve ocorreu ainda no fim da tarde de sábado em São José dos Ausentes, mas foi na madrugada deste domingo que a neve caiu em um maior número de localidades. A MetSul confirmou o fenômeno em Canela, Gramado, São Francisco de Paula, Bom Jesus, Cambará do Sul e São José dos Ausentes. Onde mais nevou foi em São Francisco de Paula, cidade que habitualmente registra mais neve sob influência da circulação de uma área de baixa pressão, por estar a mil metros de altitude, mais ao Sul nos Aparados e estar próxima da costa, de onde recebe uma maior injeção de umidade.
A neve, em geral, foi fraca e com mínima acumulação. Foi uma neve dita “rala” com baixo diâmetro. Como o perfil da atmosfera estava mais seco e as nuvens que cobriam o Nordeste gaúcho eram principalmente baixas e sem maior desenvolvimento vertical, não havia condições na maioria dos locais para a formação de neve na forma de flocos com maior diâmetro, o que ocorreu, por exemplo, sob abundante umidade, com uma frente em agosto de 2013. O vento forte foi outro fator importante para ter nevado, uma vez que se produz o chamado levantamento vertical. O vento forte na área de relevo determina que se formem nuvens, o que explica porque muitas áreas do Estado tinham céu claro e sobre o Nordeste gaúcho existia abundante nebulosidade na madrugada, o que propiciou que nevasse.

O cenário sinótico era propício à neve com a presença de uma massa de ar polar com trajetória continental associada a um centro de alta pressão de 1028 hPa no Centro e no Norte da Argentina, e uma área de menor pressão atmosférica (cavado polar) na costa do Rio Grande do Sul. A circulação de umidade associada à baixa pressão e o ar gelado que chegava pelo Oeste se somaram para propiciar o fenômeno. Dados de modelos indicam que o ar é extremamente frio em altitude (-4,5ºC no nível de 850 hPa ou 1500 metros de altitude) e que o ponto de congelamento na atmosfera (freezing level) baixou a somente 250 metros, indicando uma massa de ar extremamente gelado.
O ar polar, responsável pela neve, derrubou a temperatura e o Rio Grande do Sul teve o 31º dia do ano com marca negativa. Fez -2,0ºC em Cambará do Sul e -1,9ºC em Santa Rosa. Porto Alegre teve 4,0ºC no Morro da Polícia. As condições favoráveis à neve cessam, mas o frio prossegue e intenso. Estamos no começo a recém de um período de frio prolongado. Apesar de tardes mais amenas no decorrer da semana, com a tendência de tempo seco a tendência é seguir fazendo muito frio à noite com formação de no Rio Grande do Sul por vários dias seguidos. O Estado pode ter mínimas negativas todos os dias até o próximo fim de semana, logo sete a oito dias consecutivos de marcas abaixo de zero.
Fonte: Blog Metsul Meteorologia
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O ar polar, responsável pela neve, derrubou a temperatura e o Rio Grande do Sul teve o 31º dia do ano com marca negativa. Fez -2,0ºC em Cambará do Sul e -1,9ºC em Santa Rosa. Porto Alegre teve 4,0ºC no Morro da Polícia. As condições favoráveis à neve cessam, mas o frio prossegue e intenso. Estamos no começo a recém de um período de frio prolongado. Apesar de tardes mais amenas no decorrer da semana, com a tendência de tempo seco a tendência é seguir fazendo muito frio à noite com formação de no Rio Grande do Sul por vários dias seguidos. O Estado pode ter mínimas negativas todos os dias até o próximo fim de semana, logo sete a oito dias consecutivos de marcas abaixo de zero.Fonte: Blog Metsul Meteorologia
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domingo, 17 de julho de 2016
Conservação da Biodiversidade será tema de Simpósio na URI
As modificações da paisagem natural por atividades antrópicas, como agricultura, urbanização, construção de reservatórios, entre outras, têm avançado por largas extensões de terra no planeta, alterando constantemente as paisagens naturais. Assim, em várias partes do mundo, a destruição e fragmentação de habitats naturais é muito alta. Essas alterações na paisagem têm chamado a atenção da comunidade científica mundial, que vem estudando formas de conservação dos recursos naturais ainda existentes.
É por este motivo que os cursos de Ciências Biológicas Bacharelado e Licenciatura da URI Erechim promovem o IX Simpósio Sul de Gestão e Conservação Ambiental e a XXV Semana Alto Uruguai do Meio Ambiente. Neste ano, profissionais das áreas vão discutir ações para a conservação da biodiversidade por meio de palestras, minicursos, apresentação de pesquisas científicas e outras atividades.
As atividades acontecem entre os dias 10 e 13 de agosto, no Salão de Atos da Universidade. A palestra de abertura, que será ministrada pelo professor Carlos Benhur Kasper, da UNIPAMPA, no dia 10 de agosto, vai abordar o paradigma da Arca do Milênio e a Conservação Animal. Interessados podem se inscrever até o dia 05 de agosto. Todas as informações sobre demais atividades, bem como minicursos e inscrições, estão disponíveis no site www.uricer.edu.br.
É por este motivo que os cursos de Ciências Biológicas Bacharelado e Licenciatura da URI Erechim promovem o IX Simpósio Sul de Gestão e Conservação Ambiental e a XXV Semana Alto Uruguai do Meio Ambiente. Neste ano, profissionais das áreas vão discutir ações para a conservação da biodiversidade por meio de palestras, minicursos, apresentação de pesquisas científicas e outras atividades.
As atividades acontecem entre os dias 10 e 13 de agosto, no Salão de Atos da Universidade. A palestra de abertura, que será ministrada pelo professor Carlos Benhur Kasper, da UNIPAMPA, no dia 10 de agosto, vai abordar o paradigma da Arca do Milênio e a Conservação Animal. Interessados podem se inscrever até o dia 05 de agosto. Todas as informações sobre demais atividades, bem como minicursos e inscrições, estão disponíveis no site www.uricer.edu.br.
Fonte: JBD
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Pronaf vai financiar instalação de energia solar no campo
Agricultores já podem obter financiamento para aquisição do sistema fotovoltaico
Por: Eder Calegari - rural@folhadonoroeste.com.br
O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) já é conhecido dos agricultores. Ele destina-se a estimular a geração de renda e melhorar o uso da mão de obra familiar, por meio do financiamento de atividades e serviços rurais agropecuários desenvolvidos em estabelecimento rural.
A novidade é que o financiamento, que tem juros baixos e prazo esticado, pode agora ser usado para aquisição do sistema de energia solar fotovoltaico. O responsável técnico da empresa JS Soluções Elétricas, Jair da Silva, explica que em Frederico Westphalen, várias famílias já contam com esse serviço e que o financiamento pelo Pronaf trará incentivo para que moradores do campo façam a aquisição.
“Com a tecnologia, o produtor assume o controle da conta de luz. O sistema é simples e requer um investimento de aproximadamente R$ 20 mil. As placas que captam a luz solar são resistentes a granizo e duram pelo menos 25 anos. Esses painéis são instalados em cima do telhado ou em estruturas no solo. O conjunto fica ligado à rede da concessionária de luz. Em poucos anos é possível recuperar o valor investido. Agricultores que desejam elaborar o projeto conosco já podem procurar a agência bancária para obter o Pronaf para esse fim. Esse benefício deve ser contratado junto ao banco onde o agricultor possui conta”, destacou Silva.
Segundo a Secretária de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário, o agricultor pagará uma parcela de financiamento fixa com até três anos de carência e com juros subsidiados.
Sistema solar fotovoltaico
Para funcionar, o raio solar é transformado em eletricidade quando entra em contato com os painéis fotovoltaicos. A energia produzida é diferente da usada na tomada de casa. É necessário um equipamento chamado inversor. A energia não utilizada é convertida em créditos junto à concessionária, que são abatidos da conta de luz. O uso de créditos de energia foi possível a partir da resolução 482 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), e a revisão 687, em vigor desde março deste ano. Essa regulamentação permite que cada consumidor vire produtor de energia elétrica e use seus créditos junto à concessionária para abater na sua conta de luz.
Por: Eder Calegari - rural@folhadonoroeste.com.br
O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) já é conhecido dos agricultores. Ele destina-se a estimular a geração de renda e melhorar o uso da mão de obra familiar, por meio do financiamento de atividades e serviços rurais agropecuários desenvolvidos em estabelecimento rural.
A novidade é que o financiamento, que tem juros baixos e prazo esticado, pode agora ser usado para aquisição do sistema de energia solar fotovoltaico. O responsável técnico da empresa JS Soluções Elétricas, Jair da Silva, explica que em Frederico Westphalen, várias famílias já contam com esse serviço e que o financiamento pelo Pronaf trará incentivo para que moradores do campo façam a aquisição.
“Com a tecnologia, o produtor assume o controle da conta de luz. O sistema é simples e requer um investimento de aproximadamente R$ 20 mil. As placas que captam a luz solar são resistentes a granizo e duram pelo menos 25 anos. Esses painéis são instalados em cima do telhado ou em estruturas no solo. O conjunto fica ligado à rede da concessionária de luz. Em poucos anos é possível recuperar o valor investido. Agricultores que desejam elaborar o projeto conosco já podem procurar a agência bancária para obter o Pronaf para esse fim. Esse benefício deve ser contratado junto ao banco onde o agricultor possui conta”, destacou Silva.
Segundo a Secretária de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário, o agricultor pagará uma parcela de financiamento fixa com até três anos de carência e com juros subsidiados.
Sistema solar fotovoltaico
Para funcionar, o raio solar é transformado em eletricidade quando entra em contato com os painéis fotovoltaicos. A energia produzida é diferente da usada na tomada de casa. É necessário um equipamento chamado inversor. A energia não utilizada é convertida em créditos junto à concessionária, que são abatidos da conta de luz. O uso de créditos de energia foi possível a partir da resolução 482 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), e a revisão 687, em vigor desde março deste ano. Essa regulamentação permite que cada consumidor vire produtor de energia elétrica e use seus créditos junto à concessionária para abater na sua conta de luz.
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